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Profecias de Marie-Julie Jahenny para o fim dos tempos: As três crises.

  • Cláudia Pereira
  • há 4 dias
  • 9 min de leitura

As profecias que Nosso Senhor Jesus Cristo, a Santíssima Virgem Maria, e São Miguel Arcanjo, transmitiram à Serva de Deus Marie-Julie Jahenny nos seus êxtases quase diários, são talvez os avisos mais duros e assustadores alguma vez transmitidos à humanidade. Não fosse o prometido triunfo do Imaculado Coração de Maria, e qualquer pessoa sem o mínimo de Fé, Esperança e Caridade, estaria condenada ao desespero, por não acreditar que Misericórdia Divina é infinitamente maior que qualquer mal que aflija o mundo.


Profecias de Marie-Julie Jahenny para o fim dos tempos

Estas profecias falam-nos da disseminação da Maçonaria; a aniquilação da inocência das crianças (aborto), as guerras mundiais, a fome, as doenças, a destruição em massa, o aparecimento de leis abomináveis ​​e, além disso, múltiplos ataques à Igreja Católica Romana, primeiro através da remoção de cruzes em hospitais, escolas e edifícios administrativos, depois o encerramnto de mosteiros, conventos e igrejas, e a substituição do cristianismo pelo islamismo e pelo ateísmo… Apesar de tudo, lembremo-nos que «as portas do inferno não prevalecerão» (Mt 16, 18).

Quando lemos mensagens, fruto das numerosas aparições a Marie-Julie em La Fraudais, percebemos que formam uma espécie de compêndio de todas as mensagens que a Santíssima Virgem Maria transmitiu no século XVII em Quito (Nossa Senhora do Bom Sucesso), em La Salette (1846), em Fátima (1917) e, anos mais tarde, em Akita (1973). Algumas das profecias que já se cumpriram, são apenas um eufemismo das ainda se vão cumprir.


Batalha entre cristãos e muçulmanos. 1621–1676. Jacques Courtois
Batalha entre cristãos e muçulmanos. 1621–1676. Jacques Courtois

Profecias de Marie-Julie Jahenny para o fim dos tempos

Marie-Julie forneceu um número impressionante de mensagens que envolvem a Igreja Católica, os seus padres e clérigos… Ela revelou que haverá uma grande perda de fé por toda a França, a introdução de uma ‘Nova Celebração’ e de uma abominável ‘Nova Missa’ no seio da Igreja Católica.

O Céu também lhe disse que haveria uma decadência geral na moralidade, que inverteria o entendimento do homem, fazendo-o acreditar que o que está certo, está errado; e que, o que está errado, é que está correto…

Numa das mensagens mais dolorosas da Santíssima Virgem Maria, ela aborda a perda da inocência das crianças antes de atingirem a idade da razão, tudo isto, acrescenta a Santíssima Virgem Maria, irá provocar a degradação da raça humana e, consequentemente, os castigos de Deus sobre um mundo pecador e impenitente, obstinado na maldade, no erro, na mentira e no crime…

A leitura das inúmeras mensagens recebidas por Marie-Julie Jahenny exige um estudo muito cuidadoso e metódico, porque algumas das mensagens parecem repetir-se numa linha do tempo que é tudo menos linear, tornando bastante difícil discernir quando é que muitos destes eventos descritos ocorrerão.

No entanto, e porque todas mensagens do Céu têm sempre o objetivo de nos fazer voltar à Casa Paterna, elas também nos trazem uma grande esperança, quando falam do surgimento de um “grande Monarca Francês” e de um “santo Pontífice” que restauraria a França, a Igreja e a Fé Católica em todo o mundo que sobreviver às tribulações.

À primeira vista, parece que as mensagens transmitidas por Marie-Julie dizem apenas respeito à França, mas não é verdade. As revelações apontam que a França será a primeira nação a colapsar, e a primeira nação a ressurgir. A Santíssima Virgem Maria explicou que a França é mais culpada do que os outros países, porque era a filha primogénita da Igreja; e como tal, recebeu certas vocações de grande responsabilidade, como a de protetora da Igreja e propagadora da Fé. Devido à sua traição e à eliminação da sua “monarquia abençoada pelos céus” – por meio de assassinatos, perseguições e barbárie absoluta – e por ter substituído a monarquia francesa por uma república inspirada pela maçonaria, a França seria punida primeiro.

 

O Pecado da Blasfémia

Santíssima Trindade. 1620. Hendrick van Balen
Santíssima Trindade. 1620. Hendrick van Balen

A Santíssima Virgem Maria chorou diante de Marie-Julie, a 9 de agosto de 1881, ao alertá-la sobre os dias horríveis que estavam prestes a abater-se sobre a Terra, principalmente como castigo pelo pecado da blasfémia e pelo desrespeito total pelas coisas de Deus: «Meus filhos, a blasfémia é que traz o inferno à Terra. Estou triste pelo clero. Vejo que, em grande parte, e mais ainda nos padres, a mente (ou o espírito) enfraquece a cada dia. O Céu recomenda que ajudemos a fazer reparação sempre que virmos ou ouvirmos o pecado da blasfémia a ser cometido, dizendo um “Glória ao Pai”. - (Data desconhecida)

Meus irmãos, não dos esqueçamos deste pedido da Nossa Mãe. Rezemos um “Glória ao Pai” sempre que ouvirmos uma blasfémia. É um consolo para o Céu.

 

A Primeira Crise

Existem outras mensagens dadas a Marie-Julie que envolvem as “Três Crises”. Elas formam um conjunto completo de advertências proféticas que envolvem a Igreja Católica, a França e o Mundo.

Eis o que disse Marie-Julie, sobre o que lhe revelou Nosso Senhor Jesus Cristo a 4 de Maio de 1889: «Há algum tempo, o Senhor decretou três meses de castigos fatais e terríveis. Ele encurtará muito esse tempo...

O próximo início da Crise Revolucionária Mortal... esse início durará quatro semanas, nem um dia a mais, nem um dia a menos, mas a sua extensão será imensa! O número daqueles chamados Assassinos do Povo será de uma imensidão inconcebível... No meio desta hora terrível, os estrangeiros, cujo desejo está cheio de uma violência sem medida, serão os senhores da França. Assim que a notícia do evento fatal for conhecida, os seus ouvidos não ficarão surdos. Durante este primeiro conflito em toda a França, haverá liberdade para tudo. Não haverá mais prisioneiros detidos por crimes; essa liberdade estará em toda parte (na França)... Uma pausa muito curta seguirá essa grande entrada do mal (que) será completa, especialmente no Centro (Paris) e nos seus arredores (os subúrbios parisienses, hoje ocupados principalmente por árabes franceses e imigrantes ilegais).»

 

A Segunda Crise

Marie-Julie continua: «A segunda e violenta Crise começará. A França será invadida até às dioceses onde começa a Bretanha... A Segunda Crise porá fim a todas as coisas e, do povo, apenas aqueles que encontrarem um refúgio obscuro escaparão.

Nesta segunda época, os homens do poder, depois de terem entregue o reino ao sangue, reunir-se-ão num lugar pacífico e formarão projetos definitivos e decisivos. Procurarão um salvador para colocá-lo no trono. Muitos destes grandes comandantes do reino retirar-se-ão para uma parcela daquela terra roubada da França: a Alsácia e a Lorena!

Uma vez lá, em segredo, nomearão o seu rei, aquele que se opõe aos desígnios da Providência. Assim decidirão, e nada desviará a sua vontade de colocar o culpado num trono que nunca lhe pertencerá.

A segunda época durará mais de um mês. Continuará, sem descanso nem pausa, até ao 37.º ou 45.º dia. Esta segunda época alcançará tudo. Os únicos salvos serão apenas aqueles que Deus prometeu proteger nos lugares descritos através da Sua Palavra e que Ele manteve através da Sua bondade gratuita.

À medida que a perseguição se espalhar pela França, ela receberá uma grande ajuda das potências vizinhas (nações árabes?), de todos aqueles que se assemelham àqueles que, na França, entregam tudo impiedosamente ao sangue e ao fogo. (Árabes/muçulmanos?)

 

A Terceira Crise

«No final da terceira crise, eles trarão alguém que tem pouca esperança, que não é agradável nem reconfortante. O seu nome passará rapidamente, como um relâmpago, para que o povo saiba que ele não é o verdadeiro rei que deve ascender ao trono (um pretendente). É aí que os seus amigos se opõem ao novo Salvador para derrotar aqueles que o apoiam e impedi-lo de alcançar o trono que lhe está destinado. (Ou seja, o candidato e os seus aliados tentarão impedir o verdadeiro Rei e os seus seguidores de entrar na França.)

O verdadeiro Rei virá do lado do Levante. (Levante é uma antiga palavra francesa que significa «leste» e geralmente se refere ao litoral mediterrâneo oriental entre a Anatólia e o Egito).. A duas léguas do Centro (Paris), ele encontrará reunidos os exércitos dos governantes de hoje (Ele contará com a ajuda de amigos estrangeiros e forças angelicais). É lá, numa grande cidade, em que Deus espera para dar os Seus grandes sinais, e cegar os bárbaros que se oporão ao futuro Salvador. (Ou seja, Deus pode literalmente cegar os inimigos do Grande Monarca para que não possam lutar e ele possa facilmente passar por eles.)

Outros irão mais longe para esperar pela sua entrada, outros mais numerosos do que aqueles que foram atingidos pela cegueira da Justiça. (ou seja, um exército maior do que aqueles que serão cegados estará então à espera para o impedir).

O Rei já percorreu dez ou doze léguas (uma légua = 4 km) até à terra da França, em direção ao trono. É aqui que Deus quer que os Seus verdadeiros amigos se regozijem com o Seu grande sinal. A bandeira branca será hasteada neste lugar cujo nome será revelado. Ele passará, apesar da muralha que se lhe oporá, e os seus verdadeiros combatentes não temerão nada, porque sobre eles pairará a proteção. Ele marchará, pisando nos seus inimigos que a cegueira reverteu. Ele chegará ao trono, antes que a luta termine. (Ou seja, ele será coroado antes mesmo que a batalha termine). Aquele que foi designado (ou seja, o contendor) descerá em vergonha para a confusão daqueles que o colocaram lá.»

A terceira crise, na verdade, envolve a libertação da França e do Papa, em Roma, pelo verdadeiro rei escolhido por Deus, o rei Henrique V da Cruz. Esta reconquista da França deve durar sete meses, enquanto as três crises juntas devem durar três anos...


As Vítimas Inocentes

São Miguel Arcanjo, 29 de setembro de 1881: «Amigos do Sagrado Coração, eu permaneço convosco; a vossa companhia é a de Jesus. Sois soldados generosos e corajosos. O Senhor deseja que eu vos diga estas palavras: «Preparai-vos, corajosos servos de Deus, pois o Divino Mestre virá em breve, primeiro na Sua Misericórdia, depois na Sua justa ira e vingança. Ele quer que eu mostre esta espada aos Seus amigos presentes e (então) eu terei cumprido o meu dever.»

São Miguel mostra então a Marie-Julie Jahenny uma espada com a qual ajudará os cristãos fiéis nos tempos proféticos; depois, São Miguel acrescenta: «Esta é a espada que eu delego aos amigos de Deus, e esta é a minha. (Ele mostra a Marie-Julie Jahenny a sua própria espada ao lado da primeira). São semelhantes; ambas têm o selo do Senhor. É o Nome de Jesus escrito na lâmina, bem gravado.

Queridos amigos do Senhor, estamos aqui no limiar da Misericórdia e no limiar da justiça de Deus.»

A mensagem aqui é clara. Um período de Misericórdia será concedido para que a humanidade se arrependa, se converta e volte para Deus antes que seja tarde demais... Então, seguir-se-á o período da Justiça de Deus... No entanto, a Santíssima Virgem Maria disse a Marie-Julie, que Satanás usará todos os meios ao seu alcance para tirar proveito do tempo da misericórdia de Deus concedido ao homem, para acentuar os seus planos cuidadosamente traçados, especialmente concentrando os seus esforços contra a inocência das crianças.

Cena do Massacre dos Inocentes. 1824. Leon Cogniet
Cena do Massacre dos Inocentes. 1824. Leon Cogniet

Santíssima Virgem Maria, a 9 de Fevereiro de 1904: «Meus filhos amados, tudo está empenhado numa perda irreparável, refiro-me à salvação das almas das crianças. O alimento destas pobres almas deveria ser para elas o pão do amor da sua Rainha Imaculada, a Rainha do Céu. Sofro ao ver estas almas como pastagens entregues ao inimigo da salvação das almas; é a bondade do meu Divino Filho que Satanás toma para si. Para se apropriar dela, ele tem os seus apoiantes em todos os cantos da Terra. Desespero-me, sim, desespero-me por salvar essas almas que estão em imenso perigo (...) A maioria destas crianças entrou no caminho da corrupção, e estas almas não receberam uma gota do meu perfume de virtudes e pureza; é com uma dor imensurável que vos revelo isto, porque se vissem o número (de jovens vítimas), ficariam assustados e até mesmo atingidos como por um golpe mortal.

(...) Meus queridos filhos, aquelas mães despreocupadas que já não têm fé, aqueles pais culpados lançados em círculos (de má companhia) onde não fazem nada além de ofender o meu Divino Filho. No Céu, que responsabilidade terão e quantas contas terão de prestar! Eles não pensam nisso... Que terrível infortúnio!»

Nosso Senhor Jesus Cristo, a 2 de Outubro de 1903: «Vejo uma multidão de almas perdidas, especialmente crianças, mesmo aquelas que ainda não têm idade para usar a razão... Aqueles que são responsáveis (pela perda das almas das crianças), se soubessem o que as espera no temível julgamento! As crianças são agora educadas como adultos. Que palavras vergonhosas ressoam nos seus ouvidos e ecoam nas suas bocas! É horrível e terrível. Faz tremer, ver a juventude chegar a este ponto, e eles (os pais das crianças) não estão atentos, não cuidam, não se preocupam com o que fazem. Os pais riem ao ouvir o que os seus filhos dizem, e deixam-nos totalmente à vontade nas suas ações.»

Aquilo que há cem anos podia ser considerado altamente improvável, é neste momento uma dura realidade. Uma realidade à qual o pais e os governos não parecem estar atento, ou pior, parecem não se importar.

Estamos numa cultura infantil altamente sexualizada, quer na forma de vestir das crianças, quer nas ideologias as que estão expostas nos “conteúdos infantis”, na música, nos brinquedos, e até nas escolas. Os adolescentes são incentivados ao uso de contracetivos, quando nem sequer deviam pensar em atos sexuais. O governo de Portugal coloca a morte de outro inocente em cima da mesa (aborto), como se falasse de tirar uma unha encravada.

Os pais, não só já não protegem os filhos, como ainda incentivam, colocando-os em agencias de modelos e cinema, lucrando fortunas com as contas que eles mesmos (pais), criaram nas redes sociais para exporem os filhos. Não é esta, também, uma forma de prostituição!? Já não há limites para a ofensa a Deus, e a destruição da dignidade do ser humano. NÃO FOI PARA ISTO QUE DEUS NOS CRIOU!

Bibliografia:


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