Testemunho da Ressurreição - 30 de Março de 1997
- Cláudia Pereira
- há 34 minutos
- 3 min de leitura
Mensagem da Santíssima Virgem Maria ao Padre Stefano Gobbi, n.º 593.

Testemunho da Ressurreição
30 de Março de 1997 - Domingo de Páscoa
Capoliveri (Livorno) - Itália
«Vivei, juntamente com a vossa Mãe Celeste, a profunda alegria deste Dia de Páscoa. Cristo está vivo! Cristo ressuscitou!
Quando Jesus, na luz do seu corpo glorificado, me apareceu em todo o seu esplendor divino e, como Filho, se inclinou para curar cada ferida da minha dor maternal, o meu Coração foi submerso na plenitude da alegria pascal. Cristo ressuscitou! Cristo vive para sempre!
Tornei-me a primeira e silenciosa testemunha da Sua ressurreição. A primeira testemunha, porque Jesus quis partilhar, acima de tudo, com a Sua Mãe os primeiros frutos desta alegria pascal. Sou, porém, uma testemunha silenciosa, porque foi às mulheres piedosas e aos discípulos que foi confiada a tarefa de anunciar ao mundo este prodígio estupendo e divino.
Sou testemunha da ressurreição. A minha tarefa é a de sustentar e aumentar a fé naqueles que passaram a acreditar Nele. Dei novo ânimo àqueles que pensavam que tudo estava agora acabado; pedi às mulheres piedosas que fossem rapidamente ao sepulcro, que eu sabia já estar vazio; confirmei a fé dos Apóstolos, contando-lhes como Jesus se me tinha mostrado primeiro no esplendor da sua divina glória.
Os Evangelhos não falaram disto, porque a minha tarefa como Mãe é a de ser a testemunha silenciosa da ressurreição.
Assim como fui uma presença silenciosa junto à Palavra anunciada por Ele durante os anos da Sua missão pública, assim também tive de ser uma presença silenciosa junto à Palavra que agora devia ser proclamada pela Igreja. Mas foi confiada à Mãe, a alegre tarefa de testemunhar com a vida, que o meu Filho Jesus Cristo ressuscitou e está sentado à direita do Seu Pai Celeste, na glória do paraíso.
Sou hoje testemunha da ressurreição. Nestes tempos, em que o facto histórico da sua ressurreição é negado ou posto em dúvida por muitos, exorto-vos, meus amados, a anunciar com força e a dar testemunho com coragem do maravilhoso acontecimento de Cristo Ressuscitado.
Se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria a vossa fé,
Se Cristo não tivesse ressuscitado, inútil seria o anúncio do seu Evangelho.
Se Cristo não tivesse ressuscitado, não haveria razão para que continuassem a acreditar na Verdade da sua palavra.
Cristo ressuscitou, porque Ele é Deus.
Cristo ressuscitou, porque Ele o tinha predito.
Cristo ressuscitou e apareceu, no esplendor divino da sua glória, às testemunhas por Ele previamente escolhidas.
Cristo ressuscitou e apareceu, em primeiro lugar, à sua Mãe.
Contemplei-O, mais resplandecente que o sol, branco como a neve, e a Sua beleza divina marcou-me de tal forma que, a partir desse momento, comecei a viver o paraíso aqui na terra.
E assim, sobretudo nos vossos dias, convido-vos a todos, meus amados, a anunciar com coragem a Sua morte, a proclamar com força a Sua ressurreição, a aguardar com certeza a Sua vinda em glória.»
O Movimento Sacerdotal Mariano
A 8 de Maio de 1972, o Pe. Stefano Gobbi participa numa peregrinação a Fátima e encontra-se rezando na Capelinha das Aparições por alguns Sacerdotes rebeldes à Autoridade da Igreja, e teria tido uma inspiração interior da Nossa Senhora, com o convite reunir os sacerdotes que se consagraram ao seu Coração Imaculado.
Este pedido de Nossa Senhora, deu origem ao Movimento Sacerdotal Mariano e ao livro "Nossa Senhora aos Sacerdotes, seus filhos prediletos", que contém todas as mensagens que a Santíssima Virgem Maria transmitia ao Padre Stefano Gobbi.
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Que Deus vos proteja e abençoe por toda a eternidade.




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